Meu nome é Luana, nasci e vivi boa parte da minha vida na zona leste de São Paulo, porém em 2014 mudei para o Vale da Ribeira, onde cursei e me formei Bacharel em Direito, bem como passei a fazer parte desta grande família do Centro Espírita Ascensionado Céu Nossa Senhora da Conceição.

A mudança na minha vida foi graças ao Xamã Gideon dos Lakotas, cujo legado beneficia milhares de irmãos, que como eu, passam a serem felizes, prósperos e abundantes em todos os sentidos, possuindo uma encarnação de fato útil e proveitosa.

As primeiras vezes que eu ouvi falar do Xamã, foi em 2011, num Instituto Ayahuasqueiro no bairro Brooklin em São Paulo, local no qual tomei Ayahuasca pela primeira vez na vida, era um “ponto de luz irmão” do CNSC.

Lá, eu fiz um bom trabalho, me senti próxima da natureza, mesmo estando em local fechado e em São Paulo. Tive contato com pessoas da minha família terrena que não havia conhecido pessoalmente mas que eu sabia que eram meus ancestrais e nos dias que se passaram me vi com esperança, era como se eu tivesse encontrado algo novo, foi muito bom, tendo em vista que na época eu havia acabado de perder uma amiga por suicídio, então eu estava muito perdida por isso e tantas outras coisas.

Comecei a pesquisar sobre “quem é o Xamã Gideon dos Lakotas”, e foi quando eu conheci outras pessoas cujas quais me trouxeram ao CNSC pela primeira vez.

Sobre a minha primeira vez no CNSC, em setembro de 2011, quando no carro de carona entrando na Fazenda, me veio algo assim: “eu encontrei o lugar”.

Naquele dia, nem imaginava que mais para a frente ia descobrir através dos livros, hinos e palestras canalizadas pelo Xamã Gideon dos Lakotas que não existe inferno/umbral como pregam o catolicismo e espiritismo (religiões que eu havia frequentado até aquele momento).

Quanto a isso, na época, carregava uma preocupação com relação a amiga que mencionei, “acreditava” que ela estava sofrendo muito no umbral por ter escolhido dar fim a própria vida.

Logo, aprender com o Padrinho Gideon sobre escolhas, afinidades, sobre como é a passagem de fato e que o demônio não existe, ah… isso foi uma libertação muito grande e passei a não mais sofrer por isso.

Quem diria, a minha vida sem a crença de demônio me punindo pelos “pecados” que cometia, sem espíritos obsessores me influenciando, sem o peso de tais invenções?

Em contrapartida, ao deixar o satanás de lado, fui aprendendo sobre ser DEUS, sobre ser responsável por suas ações e colheitas, sobre um Mestre Jesus de Amor, que existia vida além de “trabalhar durante a semana e ir para o rock nos finais de semanas”, que era possível prosperar, viver sem tantas brigas e desarmonias.

Também fui me curando de vícios, parei de fumar cigarro e a maconha que eu já havia parado não tive recaídas em fumar novamente, graças a tais mudanças me mantive firme, bem como fui me distanciando de certos hábitos, lugares e pessoas, me afinando cada vez mais com quem tinha o Xamã Gideon dos Lakotas como exemplo a ser seguido, consequentemente eu fui me tornando melhor.

Foram tantos bons hábitos que aprendi com o Padrinho Gideon, desde dar bom dia para as pessoas, praticar a oração de joelhos dobrados todos os dias, meditar e a valorizar os reflexos de tais hábitos na vida.

Lembro-me que em 2013, vim de São Paulo para o CNSC participar da primeira Sessão Mediúnica Ascensionada, na ocasião o Padrinho Gideon e a equipe da casa atendiam os assistidos em uma tenda dentro do Templo.

Naquela tarde, aconteceu algo que eu nunca vi em igreja, centro ou terreiro nenhum: o Padrinho Gideon me examinou, sem raio-x ou objetos afins, apenas tocando o meu pulso e olhando nos olhos e conseguiu detectar algo no meu pulmão que teve a raiz na minha infância!

Ora, como ele sabia que de fato eu tive aquele mal físico e que houve uma situação mal curada na infância?!

Também me recordo de um trabalho com Ayahuasca em 2014, no ano em que vim morar mais perto da família CNSC, no qual tive meu primeiro contato com o Mestre Jesus, e o Padrinho Gideon estava lá, em coração me auxiliando, anunciando a passagem da minha avó paterna, pessoa que foi a minha mãe em vida. Foi como um sonho, eu sentia que ia acontecer, bem como que sentia que estava sendo acolhida nessa nova VIDA.

Assim sendo, onde eu imaginava que um dia eu ia ter um contato com o Mestre Jesus daquela forma?

Pois bem, aqui nessa obra materializada pelo Xamã Gideon dos Lakotas foi possível e sou agradecida por todo AMOR que tive naquele momento…

Uma das últimas lembranças que me marcou, foi no último passeio que fiz com o Padrinho Gideon em 2017, umas semanas antes de sua passagem.

Um dos assuntos no tal passeio, foi sobre ser introvertido e extrovertido, onde ele explicou sobre essas tendências e pontos da personalidade nesse sentido – tal qual o Hino 9 Tendências ensina hoje e na ocasião não havia sido musicalizado.

Naquela época, diferente de hoje, eu não me aceitava muito nesse sentido, achava que ser introvertida não era legal, me julgava inferior a quem era extrovertido. E tempos depois, percebo que não há problemas em ser um ou outro, o importante é manter o equilíbrio de tais tendências, evitar a inércia, a timidez, pensar demasiado e sem rumo… tal qual me encontrava.

Aprendi a ser mais refletida sobre as coisas da vida e a criar bons hábitos. São conquistas que só são reais graças ao Padrinho Gideon, um professor sem igual, que não vivia atoa e se dedicava intensamente em propiciar sorrisos e benefícios a todos, mesmo que mediante a uns puxões de orelhas, tempestades e trovoadas.

Muito obrigada por existir Padrinho Gideon dos Lakotas.

Luana Rosa.